12/05/2026
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3,9 toneladas de maconha apreendidas em carga de algodão na BR-163

Policiais da Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros) prenderam dois homens com 3,9 toneladas de maconha, na manhã desta segunda-feira (11), na região da Chácara das Mansões, às margens da BR-163, em Campo Grande. A dupla usaria um caminhão carregado com algodão para esconder o entorpecente durante o transporte.

A investigação começou depois de denúncia sobre um caminhão utilizado para levar drogas por uma estrada vicinal. Durante as buscas, os policiais encontraram um caminhão-trator acoplado a um semirreboque parado em local incompatível com o tráfego do veículo.

Com apoio da PRF (Polícia Rodoviária Federal), as equipes localizaram um imóvel rural próximo ao caminhão. No local, os agentes encontraram diversos fardos e tabletes de maconha armazenados.

Os policiais abordaram um rapaz, de 26 anos, apontado como responsável pela guarda da droga. Pouco depois, os agentes localizaram o motorista do caminhão. Ele confessou que transportaria o entorpecente escondido em meio a uma carga de algodão para dificultar a fiscalização.

Ao todo, a polícia apreendeu 3.974 quilos de maconha. A equipe também recolheu uma Toyota Hilux SW4 com sinais de adulteração. Conforme a polícia, o veículo tinha registro de furto ou roubo.

Os dois homens foram presos em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico. O suspeito que estava com a caminhonete também responderá por receptação.

A operação integrou a Operação Protetor Divisas, coordenada pelo MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública). O delegado Hoffman D’Avila Candido e Sousa conduziu a ação.

Outra ação policial em Mato Grosso do Sul

Em outra ocorrência recente na região, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma carga de cigarros contrabandeados em uma abordagem na BR-267. O motorista do veículo, um homem de 34 anos, foi detido em flagrante. A mercadoria, que não possuía documentação fiscal, era transportada sem qualquer tipo de lacre ou nota fiscal, o que levantou suspeitas durante a fiscalização de rotina. O caso foi encaminhado à Receita Federal para as providências cabíveis.