Code Violet, o mais recente título da desenvolvedora TeamKill Media, tem gerado uma onda de críticas negativas desde seu lançamento. Apesar de sua protagonista carismática e das promissoras imagens promocionais que atraíram a atenção dos jogadores, a experiência geral deixa muito a desejar. Para aqueles que buscam um jogo com uma narrativa envolvente ou uma jogabilidade eletrizante, Code Violet se apresenta como uma decepção significativa.
A narrativa do jogo se insere em um clichê de ficção científica, envolvendo colonização espacial no futuro distante e modificações genéticas. Embora alguns elementos da história possam parecer intrigantes, a execução é falha. A trama principal é repleta de estereótipos e as reviravoltas que deveriam surpreender o jogador acabam se revelando apressadas e desarticuladas. Isso se torna evidente nas sequências de ação e nas cutscenes, que apresentam animações e atuações que não conseguem cativar o público.
No que diz respeito à jogabilidade, Code Violet também não entrega o que promete. A mecânica de tiro em terceira pessoa é descrita como “terrível”, contribuindo para uma experiência de jogo que se torna monótona e frustrante. Os cenários, em sua maioria, são considerados mal projetados e pouco inspiradores, o que, unido a falhas técnicas, transforma a exploração da estação espacial infestada de dinossauros em uma tarefa tediosa.
Um dos poucos aspectos positivos mencionados é a possibilidade de descobrir histórias de fundo através de entradas de diário de personagens secundários, que estão espalhadas pelo cenário do jogo. Essas narrativas adicionais, embora interessantes, não são suficientes para salvar a experiência geral, que falha em desenvolver a protagonista e os poucos coadjuvantes que aparecem. Os personagens são descritos como “dispensadores de exposições”, sem profundidade ou desenvolvimento, o que limita o envolvimento emocional do jogador.
A crítica se torna ainda mais severa quando se observa que os momentos que deveriam ser marcantes na história se tornam confusos, com reviravoltas que mais confundem do que adicionam à narrativa. A sensação de que o jogo é uma coleção de ideias mal executadas e não conectadas permeia toda a experiência. O potencial que Code Violet poderia ter como um jogo de horror de sobrevivência se perde em meio a falhas de design e narrativas mal estruturadas.
Em resumo, Code Violet se destaca como um exemplo de como uma ideia promissora pode falhar em sua execução. Para aqueles que esperavam uma aventura emocionante e envolvente, a realidade é bem diferente. Com um enredo previsível, jogabilidade insatisfatória e personagens unidimensionais, o título de TeamKill Media não consegue estabelecer uma conexão com os jogadores. Considerando tudo isso, é difícil recomendar Code Violet a qualquer um que busque uma experiência de jogo memorável.
