As ações da Cogna têm apresentado um desempenho positivo tanto no curto quanto no médio prazo. Em 2026, as ações da empresa, identificadas pelo código COGN3, já acumularam uma alta de 15,51%. Esse resultado segue um ano excepcional em 2025, quando os papéis subiram impressionantes 238,26%.
Atualmente, o preço das ações passou a testar a marca de R$ 3,75. Após essa tentativa, o ativo entrou em um movimento de consolidação lateral, que é comum após grandes valorização. Essa fase não comprometeu a tendência de alta que as ações vêm mostrando. A análise dos gráficos indica que a pressão de compra ainda é forte, mesmo com o mercado se ajustando para definir os próximos passos.
No curto prazo, a tendência de alta continua, apesar de um comportamento mais estável recentemente. O preço das ações enfrenta resistência em R$ 3,75, onde há uma disputa significativa entre compradores e vendedores. Essa dinâmica, apenas um movimento de pausa técnica, não sinaliza uma reversão da tendência positiva.
Atualmente, o ativo está negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, ambas em trajetória ascendente. Isso sugere a continuidade do interesse de compra. Em uma recente sessão, as ações registraram uma alta de 1,39%, fechando a R$ 3,65, o que reforça a expectativa positiva no curto prazo.
Para que a tendência de alta se fortaleça, é essencial que o preço supere a resistência em R$ 3,72 a R$ 3,75 e, principalmente, R$ 3,93. Um rompimento consistente desses pontos pode levar as ações a novas marcas, como R$ 4,11, R$ 4,20, R$ 4,34 e, possivelmente, R$ 4,67 em projeções mais ambiciosas.
Por outro lado, se o preço perder o suporte em R$ 3,54 a R$ 3,45, há um risco maior de venda. Nessa situação, pode-se esperar que as ações busquem suporte em R$ 3,33 e R$ 2,95, além da média móvel de 200 períodos, que está em R$ 2,74, e um suporte adicional em R$ 2,54.
No médio prazo, a análise técnica também é positiva. As ações da Cogna seguem uma estrutura de topos e fundos ascendentes, o que indica um fluxo de compra dominante, confirmado pela cotação acima das médias móveis. O indicador IFR está em 66,98, sugerindo que o ativo se encontra em uma zona neutra, com possibilidade de correções técnicas pontuais ao longo do caminho.
Para que a tendência de alta no médio prazo continue, a superação da resistência em R$ 3,75 será fundamental. Superando esse nível, o mercado pode direcionar suas expectativas para alvos em R$ 4,20 e R$ 4,67, com metas ainda mais longas, como R$ 5,00, R$ 5,20 e R$ 6,15.
Em um cenário de correção mais acentuada, a perda de suportes, especialmente em R$ 3,41 e R$ 2,96, pode sinalizar um enfraquecimento da tendência. Nesses casos, os próximos suportes estariam em R$ 2,54, R$ 2,19, R$ 1,61 e R$ 1,29.
