O sérvio Novak Djokovic, de 39 anos, faz sua estreia neste sábado no Masters 1000 de Cincinnati, nos Estados Unidos. Ele enfrenta o argentino Thiago Tirante em duelo inédito, por volta das 14h (de Brasília). O torneio, que Djokovic já venceu três vezes, tem um significado especial em sua carreira: foi o que ele mais demorou a conquistar.
Djokovic precisou disputar cinco finais em Ohio antes de levantar o troféu pela primeira vez, em 2018. Até então, ele já havia conquistado 13 títulos de Grand Slam. O ex-número 1 do mundo é o recordista de títulos de Masters 1000, com 40 conquistas.
A relação de Djokovic com o torneio começou em 15 de agosto de 2005, quando ele fez sua primeira partida nesse nível. Aos 18 anos e ocupando a 97ª posição do ranking, o sérvio foi eliminado pelo chileno Fernando González em três sets.
Em 2008, já como terceiro do mundo, Djokovic chegou à sua primeira final em Cincinnati. Na semifinal, ele interrompeu a sequência de 32 vitórias do espanhol Rafael Nadal, mas perdeu a decisão para o britânico Andy Murray. No ano seguinte, foi a vez de Roger Federer vencer o sérvio na final.
Djokovic voltou a perder decisões em 2011, novamente para Murray, e em 2012 e 2015, ambas para Federer. Após três anos sem disputar o torneio, o sérvio retornou em 2018 e conquistou o título ao vencer Federer na final. Em 2020, ele foi campeão novamente ao derrotar o canadense Milos Raonic.
Em 2023, Djokovic venceu o espanhol Carlos Alcaraz na final, em uma partida que entrou para a história como a mais longa final em melhor de três sets da ATP, com 3h39m de duração. O sérvio, então número 2 do mundo, venceu por 5/7, 7/6 e 7/6.
Sobre o retorno ao torneio após três anos, Djokovic afirmou que tem boas recordações de Cincinnati, apesar da demora para conquistar o primeiro título. Ele destacou o apoio da comunidade sérvia no estádio durante suas conquistas em 2018 e 2023.
