A Alphabet está implantando uma das maiores mudanças no Google Maps em mais de uma década.
O novo recurso se chama “Pergunte ao Maps” e permitirá que os usuários interajam com o produto como se fosse um chatbot.
Com essa função, o aplicativo poderá responder a perguntas feitas por voz ou texto. As respostas vão combinar dados sobre locais e avaliações com o histórico e as preferências pessoais de cada pessoa.
Essa atualização faz parte do esforço do Google para integrar sua inteligência artificial, chamada Gemini, em todos os seus produtos. A empresa anunciou essa iniciativa na quinta-feira (12).
Como a IA cria uma geração sem raciocínio e memória
Em um contexto relacionado ao avanço da inteligência artificial, especialistas discutem os possíveis impactos cognitivos dessas tecnologias.
A preocupação central gira em torno de como o uso constante de ferramentas de IA para resolver problemas pode afetar a capacidade humana de raciocinar de forma independente.
Outro ponto abordado é a possível redução no exercício da memória, já que as pessoas podem passar a confiar cada vez mais em sistemas externos para armazenar e recuperar informações.
O debate questiona se a conveniência oferecida pela IA pode, com o tempo, levar a um enfraquecimento de algumas habilidades cognitivas consideradas fundamentais para o pensamento crítico.
Essa discussão ganha força à medida que assistentes baseados em IA, como o Gemini da Google, se tornam mais presentes no dia a dia, integrados a ferramentas de uso massivo, como mapas e buscadores.
