12/01/2026

weapons

Recent alegações sobre uma operação militar dos Estados Unidos na Venezuela têm gerado polêmica e discussão nas redes sociais. Um relato de um suposto testemunho, compartilhado pela secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, sugere que os EUA utilizaram armas sonoras para incapacitar as forças venezuelanas durante a missão que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro.

O testemunho foi divulgado em um vídeo que se tornou viral, onde um homem que se identifica como um guarda na base militar de Caracas narra os eventos que ocorreram durante o ataque. De acordo com ele, os sistemas de radar da unidade pararam inexplicavelmente, seguidos pelo avistamento de drones sobre as posições militares. “Nós não sabíamos como reagir”, contou o guarda, que descreveu a situação como caótica.

Segundo o relato, cerca de 20 soldados americanos desembarcaram de helicópteros e iniciaram uma ação militar com tecnologia que, segundo o guarda, era muito avançada. “Eles não se pareciam com nada que já havíamos enfrentado antes”, afirmou. O guarda ainda mencionou a precisão impressionante dos disparos feitos pelos soldados, sugerindo que a força dos EUA tinha uma vantagem tecnológica significativa sobre as tropas venezuelanas.

Um dos pontos mais alarmantes do testemunho é a descrição do uso de uma arma sônica. O guarda relatou que, em determinado momento, uma onda sonora intensa foi lançada, causando reações físicas devastadoras entre os soldados venezuelanos. “Eu senti como se minha cabeça estivesse explodindo por dentro. Nós todos começamos a sangrar pelo nariz e alguns vomitaram sangue. Caímos no chão, incapazes de nos mover”, disse ele.

As alegações levantam questões sérias sobre a natureza e a ética das operações militares dos EUA no exterior, especialmente em um contexto tão delicado como o da Venezuela. O uso de armas sonoras, que podem causar danos físicos e psicológicos significativos, é um tema de debate intenso entre especialistas em segurança e direitos humanos.

A resposta oficial da Casa Branca e do Pentágono a essas alegações ainda é incerta, uma vez que não houve confirmação imediata sobre a veracidade do relato ou sobre o uso de tais armas. A falta de uma declaração clara levanta dúvidas sobre a transparência das operações militares americanas e seu impacto nas relações internacionais.

Além disso, a operação também suscitou questões sobre a necessidade de aprovação do Congresso para ações militares no exterior, um tema que foi explorado por analistas e políticos após o evento. O senador Marco Rubio, por exemplo, defendeu a operação, argumentando que eram necessárias medidas drásticas para lidar com o regime de Maduro.

Enquanto o debate sobre a legitimidade e a eficácia das ações dos EUA na Venezuela continua, as alegações sobre o uso de armas sonoras permanecem no centro das atenções. A situação ilustra a complexidade das intervenções militares modernas, onde a tecnologia e as táticas inovadoras podem alterar radicalmente o equilíbrio de poder em conflitos armados.

À medida que mais informações emergem, será crucial monitorar as repercussões políticas e sociais tanto dentro da Venezuela quanto na comunidade internacional em resposta a essas alegações alarmantes.

Sobre o autor: Antônio

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