A Central do Cidadão de Campo Grande recebeu uma ação de vacinação contra a gripe nesta quinta-feira (28). O atendimento começou às 8h30, com intervalo para almoço das 11h30 às 13h, e encerramento às 17h30. Para receber a dose, é necessário apresentar um documento com foto.
A reportagem esteve no local pouco após a abertura e observou que a maioria das pessoas vacinadas eram funcionários da própria Central. Uma das poucas visitantes que se vacinou foi a assistente de vendas Alice Almeida, de 22 anos. “Achei legal. Vim aqui resolver umas coisas com a minha mãe e já vacinei”, disse. Ela não estava conseguindo encontrar um horário na rotina para ir a um posto de saúde.
A falta de tempo também afeta os servidores da Central. Como eles têm contato com muitas pessoas no local, a vacinação cumpre uma função importante, segundo relatos. Duas servidoras que se vacinaram contaram que o convite para a ação chegou pelo WhatsApp. “Foi divulgado pela Secretaria para a qual eu trabalho, por meio do Recursos Humanos. Passaram por mensagem num grupo que ia ter vacinação hoje aqui o dia todo. A gente fica trabalhando e às vezes não tem tempo pra ir num posto de saúde. É muito bacana eles virem até nós”, afirmou Denise da Costa Bastos, de 45 anos.
Outra servidora que se vacinou foi Juciléia Oliveira Vera da Silva, de 45 anos. “Informaram a gente no setor dessa oportunidade. Não conseguimos nos vacinar justamente por conta da correria do dia a dia, do trabalho, e é bom quando a vacina vem para perto da gente”, disse.
A enfermeira Ananda de Melo coordena a ação no local. Ela reforçou que o objetivo é ampliar o acesso da população à imunização. Segundo ela, o período é de alta circulação do vírus influenza, que pode causar desde quadros leves até casos mais graves da doença respiratória. “Nesse período do ano em que a gente tem frentes frias, é alta a circulação do vírus, nós precisamos auxiliar a população a se prevenir”, afirmou.
Ananda lembrou que a vacina está disponível para toda a população, com exceção de bebês menores de seis meses. Ela destacou que todos os anos há oferta de imunização fora das unidades de saúde. “A gente tem trabalhado com essa estratégia de fazer em lugares diferentes, para que as pessoas tenham mais acesso”, finalizou.
